NOS CANIONS DE APARADOS DA SERRA

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Essa não é a minha história. Quero dizer, não é só a minha história. Essa viagem foi traçada por 13 amigas de Piracicaba, no interior de São Paulo, que marcaram uma viagem de aventura para conhecerem os canions de Aparados da Serra, na cidade de Praia Grande, na divisa dos estados Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no sul do Brasil. Quem lançou a ideia e começou a falar nesse roteiro, despertando vontades e curiosidades em todas nós, foi Luciana Koury, proprietária da agência Nas Nuvens Turismo, em Piracicaba. Ela precisava de alguns dias off, depois de cinco anos trabalhando sem cessar. Pensando no que poderia fazer e para aonde ir, ela pensou nesse roteiro incrível que fizemos no dia 29 de agosto de 2016.

A IDA
Fomos de van até o aeroporto de São Paulo. Partimos de Guarulhos com destino a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Lá, o guia Guilherme Mainieri nos esperava com uma van e um carro (tinha muita mala!), com destino ao Costão da Fortaleza, o Logde que ficamos nos seis dias de passeio. Do aeroporto ao Lodge, a viagem teve duração de duas horas e pouco. Durante o percurso, vimos muitas azaléias. Uma mais linda que a outra! O Logde é um lugar extremamente agradável, familiar, no meio da natureza, com uma diversidade enorme de pássaros que podem ser observados durante todo o dia. As refeições são divinamente preparadas pela matriarca, Ana Maria e sua filha, Alana, a chef de cozinha. Não é exagero elogiar novamente. As comidas são mesmo muito, muito boas! Os quartos e banheiros são agradáveis, limpos, bem cuidados e confortáveis.

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Lodge Costão da Fortaleza

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Lodge Costão da Fortaleza

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CONHECER O CANION

1º dia de aventura: Canion Malacara
Acordei às 6h e vi pela janela do meu quarto a famosa névoa do sul, estampada na serra. Era muito bom estar ali, conhecendo, vendo e respirando uma outra parte do Brasil que, para mim, ainda era desconhecida. Saí para ver o dia amanhecer. Vi cores diferentes, visual diferente, escutei barulhos diferentes. Lindo! Em frente ao meu quarto, árvores de Flor de Laranjeira espalhavam um delicioso cheiro de natureza, com muitos pássaros circulando por entre elas. Todas prontas! A saída para o primeiro canion foi às 9h, após o café da manhã. Eu nunca tinha visto um canion de perto. Só em filmes e fotos. Mas garanto! A sensação de ver um, de perto, com os próprios olhos, sentindo o corpo arrepiar-se de tanta beleza, é algo realmente inesquecível. Do começo da trilha ao fim, pisamos por pedras grandes, pequenas, médias…de todos os tamanhos. Ao olhar tantas pedras e saber que todo o caminho seria pisando em diversas delas, eu parei pra pensar como seria dar todos aqueles passos…ida e volta, a dor no pé. Por isso a importância de usar sempre um calçado que seja confortável e próprio para esse tipo de passeio. Seguimos viagem. Andando e indo adiante, parando pouco, com concentração a cada passo. O caminho das pedras se tornou algo superior; como se fosse um desafio a ser traçado, sem reclamação. Quanto mais eu andava, mais eu queria me interagir com a beleza que se formava diante dos nossos olhos. Todas as meninas se saíram muito bem durante o percurso. Os guias Guilherme Mainieri e Mauricio Dalcin nos ajudaram a todo momento. Algumas paradas durante o percurso para tirar fotos foi fundamental. A trilha teve duração de 4 horas, aproximadamente, ida e volta. A dificuldade foi leve. Algumas das meninas usaram o bastão de caminhada para ajudar nos obstáculos e equilíbrio. Eu não usei e foi tranquilo. Paramos para almoçar num restaurante bem simples, com comida deliciosa feita no fogão à lenha e depois partimos para fazer arvorismo. Foi um dia feliz e cheio de novidades. Eu fiz, pela primeira vez, arvorismo. Senti medo, mas muita emoção também. Faria de novo, em outro lugar.

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Devidamente com perneiras, as aventureiras prontas para começarem a primeira trilha: Acácia Altomar, Tica Rensi, Valeria Baggio, Sabrina Scarpare, Rose Maluf, Claudia Zubaran, Ana Claudia Muçouçah, Juliana Agosta, Luciana Koury, Aleteia Cassano, Adriana Ricciardi, Karen Piedade e Jacqueline Tegon

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No meio do caminho tinha uma pedra…

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Todo cuidado era pouco na caminhada: concentração nas pisadas

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Parada para foto e observar a natureza

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Parada para comer frutas, balas, lanchinho e descansar um pouco!

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Bota velha sendo usada como vaso

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Na volta ao Logde, um lindo arco-íris nos recebeu para o merecido descanso

2º dia de aventura: Trilha do Rio do Boi
Depois de uma boa noite de sono e um café da manhã de acordo, estávamos prontas para uma das trilhas mais esperadas: a do Rio do Boi, no interior do Canion Itaimbezinho, dentro do Parque Nacional dos Aparados da Serra. Foi um dia de muitas emoções afinal, íamos explorar uma das trilhas mais difíceis de se fazer, pelas suas subidas, descidas e obstáculos. E claro, muitas pedras! Já no começo da trilha, uma senhora subida nos mostrou que o respeito com a natureza faz parte de todo roteiro. Sobe, desce, para, respira,olha, agradece! Foi caminhando nesse lugar que parei pra pensar bem a sério, pela primeira vez na minha vida, o poema escrito por Carlos Drummont de Andrade “No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho. Tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra”. Brincadeiras a parte, a trilha foi mesmo sinuosa e com a ajuda dos guias Mauricio e Leonardo, fizemos 20 travessias no rio, subimos e descemos pedras, e vimos um grande espetáculo da natureza. Entre as rachaduras, cachoeiras, plantas e pássaros surgiam. Andamos cerca de 7 horas, ida e volta, parando para comer, tirar fotos e apreciar a vida. Entre os vários momentos especiais desse dia, pude observar o trabalho em equipe feito pelo grupo todo, em dar as mãos para atravessar o rio, que não estava cheio, mas com água o suficiente para molhar e nos tirar o equilíbrio entre as pedras escorregadias. Tudo vale a pena feito com carinho e atenção! Voltamos cansadas, mas com felizes com a missão feita com sucesso.

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Luciana Koury em frente a placa que indica o início da trilha do Rio do Boi, no Parque Nacional de Aparados da Serra

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Depois de uma trilha pela terra, começa o caminho das pedras, que é trilhado de duas formas: pela lateral do rio (como estão as meninas na foto), e fazendo a travessia do rio, dependendo do que a guia nos orientava, como na foto abaixo

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Uma das 20 travessias

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Cruzamos com belíssimas cachoeiras
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O dia estava nublado, mas um raio de sol mostrou sua beleza entre as fendas dos canions

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Na chegada do fim da trilha do Rio do Boi, vestimos a camiseta da Nas Nuvens Turismo e fizemos a clássica foto de quem chegou lá: mãos dadas para cima, felizes e agradecidas por termos conseguido mais um desafio

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3º dia de aventura: Canion Fortaleza
Essa trilha é feita na borda do canion, ou seja, na parte de cima. Era um outro visual… ver de cima para baixo. O dia não amanheceu dos melhores. Estava nublado e com névoa! Mesmo sabendo que a possibilidade de visibilidade era pouca, arriscamos e fomos até lá, numa viagem de van. O trajeto durou cerca de 1h30. O nível da trilha para chegar ao topo foi leve e moderada, com caminhada de 20 minutos. Apesar da névoa forte, o visual todo branco que se formou era lindo. O guia nos contou que, se um vento forte surgisse, havia a possibilidade de abrir o tempo. Mas isso não aconteceu. Estava tudo branco. Parecia que ali era o fim do mundo, como se não existisse mais nada além dali. Pausa para fotos, comer banana, bala, castanhas e selfies. Na volta para o Logde, parada na fazenda Sabores da Querência, que produz geléias deliciosas de diversos sabores. Paramos para experimentar e comprar as geléias de nossas preferências e apreciar mais um pouco da natureza. Nesse dia, vimos uma cobra linda verde, que, segundo os nativos, não era venenosa. Eu, hein!

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A turma reunida na Fazenda Sabores da Querência

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Cobra amiga

4º dia de aventura: Borda do Canion Itaimbezinho
O dia amanheceu fechado de névoa, novamente. Tomamos café da manhã e pegamos a van. Foram duas horas de viagem até a entrada desse canion. Como o dia estava muito fechado, em conversa com o guia e com o grupo, decidimos não ir até a borda, pois a visibilidade era zero. Nesse dia, aproveitamos para conhecer a cidade Cambará do Sul, onde compramos mel, artesanatos locais e almoçamos num restaurante acolhedor, com comida caseira, feita no fogão à lenha. Voltamos pra casa sem ter essa imagem da borda de um canion. Tudo bem, não tem problema. Isso só me instiga a querer voltar, um dia, para ver esse espetáculo da natureza. Diante de tantas coisas vistas e vividas, nos seis dias de viagem, o saldo foi extremamente positivo. Muito positivo! Posso afirmar que essa viagem de aventura mudou meu jeito de pensar e de viver com as trilhas, com viagens de aventura, me incentivando a criar meu blog (que logo estará no ar) e a escrever essas sensações que uma viagem pode nos proporcionar.

Até o próximo embarque!

Por Sabrina Scarpare
Jornalista com pós-graduação em Mídias Digitais pela Unimep
Fotos: Todos os celulares tiveram participação nas fotos

Check list de uma viagem ecológica:

  •         Corta-vento
  •         Agasalhos
  •         Mochila pequena (ou mochila de hidratação!)
  •         Filtro solar e repelente de insetos
  •         Boné
  •         Celular ou máquina fotográfica
  •         Filmadora e binóculo
  •         Capa de chuva
  •         Roupas confortáveis e adequadas para caminhada no sol ou chuva

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Você está na AMAZÔNIA

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A região de maior biodiversidade do planeta também tem praias fascinantes. Surpreenda-se

Ela é a maior floresta tropical do mundo. Tem o maior número de espécies de mamíferos, peixes de água doce, plantas, anfíbios e primatas do planeta e um quinto de toda a água doce da Terra. Esses são apenas alguns dos muitos atributos da exuberante Floresta Amazônica, um mundo de rios, matas e bichos que fascina e impressiona pessoas de todo o planeta.

Há porém, uma outra Amazônia que ainda é pouco conhecida, com praias de água doce e salgada, ondas, dunas e mangues. São tantas as praias que ninguém sabe o numero preciso. Certeza mesmo, só que são mais de 200. Algumas das mais belas e que já tem infra-estrutura básica ficam no Pará, onde encontramos o inusitado litoral Amazônico escondido na selva.

ALTER DO CHÃO – Praias de água doce.

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Sem dúvida alguma, a imagem do gigantesco Rio Tapajós desenhando praias em plena floresta é uma das mais surpreendentes do imenso litoral da Amazônia. A água azulada e transparente do Tapajós faz muita gente imaginar que está às margens do oceano. Mas não se deixe enganar. Por mais inacreditável que pareça, toda essa água azul é, sim, doce. Como puderam constatar os primeiros brancos a chegar aqui.

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Os nativos contam que os portugueses, quando desembarcaram numa das praias de Alter do Chão, em Santarém, em 1542, não acreditaram que estavam num rio. Para dirimir a dúvida, resolveram beber um pouco da água do Tapajós.

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São oceanos de água doce na selva. Muita gente bebe a água do rio para ter certeza de que não está no mar.

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Em Alter do Chão você poderá apreciar o encontro dos rios. Amazonas e Tapajós.

ILHA DE MOSQUEIRO – Praias de água doce.

Atravessando a ponte Sebastião Oliveira já dá para ter ideia do que vem pela frente. A construção se ergue sobre os 1500 metros de largura de um braço de rio e leva à ilha de Mosqueiro.

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Por mais que seus olhos digam o contrário, acredite: esse marzão todo que abraça a ilha não tem um grão de sal. É a Baía de Marajó, um “oceano doce” formado pela união de vários rios. Para tornar tudo ainda mais inacreditável, as praias de Mosqueiro têm areia fininha, coqueiros e até ondas.

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Na ilha de mosqueiro há praias muito frequentadas e outras mais tranquilas. Uma das mais preservadas é a do Marahu (Abaixo).

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Para chegar à melhor área é preciso passar – de carro – por uma pequena trilha ladeada por árvores próprias da Amazônia.

O LITORAL DA FLORESTA – Praias de água salgada.
As praias da Amazônia se espalham por toda a região. Algumas das mais belas e que já tem infra-estrutura ficam no Pará.

BANHADA PELAS ÁGUAS DO ATLÂNTICO E DOS IMENSOS RIOS DA REGIÃO, A AMAZÔNIA TEM MAIS DE 200 PRAIAS.

ALGODOAL é uma das mais belas ilhas oceânicas da Amazônia.

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Os Colonizadores Portugueses navegavam pelo Atlântico, na costa norte do Brasil, quando depararam com uma pequena ilha de areias tão brancas que pareciam algodão. Ávidos por ocupar aquele paraíso, os conquistadores desembarcaram e logo batizaram o local de Algodoal. Isso já faz quase 300 anos e essa charmosa ilhota ainda hoje desperta fascínio nos forasteiros.

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Aqui a energia elétrica é gerada por motores a diesel e é luxo de uns poucos hotéis e pousadas.

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Carro não pode entrar e o transporte é feito em simpáticas “carruagens” a cavalo.

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Quando escurece, a ilha fica ainda mais bucólica iluminada pelos lampiões pendurados nas casas de madeira.

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No Pará, as opções de turismo nos balneários e cidades do interior não faltam. Praias de mar, rios e igarapés estão entre as melhores atrações. Se você ainda não escolheu qual o local para visitar neste final de semana. Na foto: Algodoal. FOTO: CRISTINO MARTINS/AG. PARÁ. DATA: 17.07.2014. ALGODOAL-PARÁ.

Escondido por detrás das dunas da praia da Princesa, o lago de mesmo nome tem uma das paisagens mais cativantes de Algodoal.

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Salinas – é como todo mundo chama a cidade. A praia da corvina na maré baixa, chega a ter mais de 300 metros de largura e dezenas de lagoas de águas mornas.

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As piscinas naturais são formadas quando o mar está secando. Parte da água que cobre a praia durante a maré alta fica represada nas fendas dos bancos de areia.

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“Depois de um dia de muito sol, um banho numa lagoa dessas reanima qualquer um”.

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Belíssimos hotéis em Salinópolis.

AJURUTEUA

A praia de Ajuruteua  impressiona pela larga faixa de areia e pela velocidade com que a paisagem é modificada. Em menos de três horas, os 200 metros de areia que convidam a uma caminhada durante a maré seca são cobertos pelas águas.

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Dança regional na praia de Ajuruteua.

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Ajuruteua Kitesurf Festival.

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A melhor área para um bom mergulho é o pontal, a uns 3 quilômetros da entrada principal de Ajuruteua.

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O mar é calmo, as ondas são mansas e anda-se dezenas de metros com a água nos joelhos.

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É, também, o melhor lugar para apreciar o pôr-do-sol.

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AMAZÔNIA – A FLORESTA DA ESPERANÇA

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Em paz com a selva e seus animais, ambientalistas e ribeirinhos dão um exemplo de como ocupar e explorar a Amazônia, nosso grande tesouro natural para as próximas gerações. Macacos nas árvores, gaviões no ar, botos na água. Em nenhuma outra região amazônica a avistagem de bichos é tão fácil como em Mamirauá. Fotos: Divulgação.

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Um universo de insondáveis labirintos de água repletos de animais fascinantes, muitos deles só encontrados nessa região.

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O encantador BOTO COR-DE-ROSA exibe seu balé nas águas do Rio Japurá.

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Numa das margens, a onça-pintada passeia, autoritária, com dois filhotes. Na outra margem do rio vivem trinta famílias. As pessoas não tem medo dos animais. A bicharada também não se sente ameaçada. Na maior área de floresta tropical protegida do mundo, gente, bichos e selva coabitam em perfeita harmonia.

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Vegetação flutuante (aguapé) no Cano do Jarauá

O CICLO DAS ÁGUAS NA AMAZÔNIA
Os primeiros meses do ano marcam a estação das chuvas amazônicas. Muitas áreas da floresta ficam alagadas, é o Igapó. Nesta época de cheia as trilhas são feitas de canôas pelos Igarapés. Mas, a partir do segundo semestre, os rios da Amazônia começam a baixar – tanto que a variação do nível das águas pode chegar a 12 metros.

O cenário se transforma radicalmente. Cada estação tem o seu atrativo. Durante a cheia, as travessias de igarapés. Na seca, alguns cenários, como o lago Mamirauá infestado de jacarés e vegetação exuberante.

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QUESTÃO DE ADAPTAÇÃO
Para sobreviver na Amazônia, muitos bichos precisam adaptar-se a viver em terra e na água.
É o caso da ariranha. Muito procurado por caçadores em outras áreas, por causa de sua pele, esse mamífero vive tranquilo em Mamirauá. Busca os peixes dos rios para come-los em terra.

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A Amazônia é o último reduto da ariranha, ameaçada de extinção. Elas crescem até quase dois metros, vivem e caçam em grandes grupos sociais, elas só prosperam em rios limpos e saudáveis.

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O MACACO ARISTOCRATA
O conceito de preservação das reservas do Amazonas começou com a necessidade de garantir a sobrevivência do macaco uacari-branco. Conhecido também como macaco inglês (seu corpo coberto de pelos brancos e a cara vermelha lembram um lorde após uns goles de uísque), o uacari-branco não existe em nenhum outro lugar do mundo.

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As árvores aqui, evoluíram para lidar com esta inundação anual. Elas conseguem sobreviver mesmo com doze metros de água. A floresta ficará inundada por até sete meses, abaixo da superfície a floresta inundada é uma paisagem surreal.

Um animal aquático nada entre os galhos onde antes os pássaros voavam. É o peixe-boi em busca de abrigo e alimento. O peixe-boi da Amazônia é o menor da sua espécie e o único no mundo que vive em água doce.

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VITÓRIA RÉGIA
Maio, após cinco meses as chuvas começam a parar e os dias ensolarados são mais frequentes. Está pronto o palco para um evento extraordinário, uma das parcerias mais incomuns da Amazônia. Lagoas inundadas na orla da floresta, são o lar ideal para um gigante flutuante. A Vitória Régia é realmente colossal. Tem a segunda maior folha do reino vegetal e é forte o bastante para suportar até 60 kilos.

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POUSADA FLUTUANTE
A Pousada Uacari na Reserva Mamirauá, situa-se a aproximadamente 600 km de Manaus, na confluência entre os Rios Solimões e Japurá.

 

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Mamirauá é uma Reserva de desenvolvimento sustentável, uma área de conservação ambiental localizada no Rio Solimões, no alto Amazonas. Com o objetivo de proteger as várzeas da confluência daqueles dois rios, próximos ao município de Tefé, em 1996, Mamirauá foi transformada na categoria Reserva de Desenvolvimento Sustentável, pelo governo do Amazona. Mamirauá (AM) Foto: Werner Zotz

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Lá fica a maior floresta alagada do mundo, com uma biodiversidade impressionante e mais de 400 espécies de aves. Inserida dentro desse paraíso verde, a Pousada Flutuante Uacari com seus 5 bangalôs, com 10 suítes, oferece uma ótima estadia, alimentação completa e passeios exclusivos.

Imagem de Amostra do You Tube Imagem de Amostra do You Tube

EQUILÍBRIO ECOLÓGICO
Reserva de Desenvolvimento Sustentável – RDS
Reservas naturais existem nos quatro cantos do mundo. Com a categoria RDS, não.
A Amazônia é a única região do planeta onde surgiu uma política de preservar o meio ambiente sem expulsar os seres humanos.

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A ideia nasceu do primatólogo paraense José Márcio Ayres. A Reserva de Desenvolvimento Sustentável é um sistema que permite o uso controlado das riquezas da floresta, com o objetivo de beneficiar as comunidades sem afetar o equilíbrio ecológico.

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GUIAS DA RESERVA
Os ribeirinhos servem de guias para ilustres visitantes que chegam a Mamirauá. Foi assim que um deles conheceu Bill Gates e outras personalidades. Na época da seca as trilhas pela floresta deixam visitantes maravilhados com tanta beleza natural.

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MEDO DA FLORESTA
“Procure integrar-se, ao máximo, à vida na floresta. Faça uma caminhada pela mata ou mergulhe nos lagos da região. Não tenha medo da Amazônia. Já no segundo dia você perceberá que ela é muito mais amigável do que se pinta por aí. Basta saber respeitar a selva e seus habitantes.”

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A Amazônia é um laboratório vivo, no qual a natureza faz experiências a milhões de anos. A Amazônia esta repleta de perguntas esperando para serem respondidas – mistérios a serem solucionados. A mudança incessante está em seu coração. Com o fim das inundações a floresta ressurge, aves retornam aos galhos que abrigaram peixes, histórias surpreendentes de adaptação tem sido o segredo para a sobrevivência aqui durante milhões de anos.

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Um paraíso chamado Itacaré

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Famosa pela beleza natural de suas praias, Itacaré, situada na Costa do Cacau, ao sul de Salvador, atrai turistas de todo lugar do mundo e muitos surfistas, em função das ondas fortes, considerada as melhores da Bahia. A sequência das praias são incríveis (são 15 praias principais só em Itacaré); uma perto da outra, podendo ser exploradas a pé, para quem gosta de caminhar, com águas quentes ao ano inteiro, inclusive no inverno. São elas: Concha, Coroinha, Costa, Engenhoca, Havaizinho, Itacarezinho, Jeribucaçu, Pontal, Prainha, Resende, Ribeira, São José, Serra Grande, Praia de Siriaco e Tiririca. Além das praias,  há também belíssimas cachoeiras e rios, que mostram sua beleza em companhia da Mata Atlântica, que, juntos, formam um cenário a parte. Para quem gosta de arrastar a sandália, pode se divertir nas casas de forró no centro da cidade, concorridas durante o verão, ou então tentar alguns passos nas aulas de capoeira. Antigo refúgio de coronéis do cacau, a vila de Itacaré conserva a arquitetura do passado. Muitos casarões abrigam restaurante, bares, cafés, boates e lojas. Tem para todos os bolsos e gostos. Na foto acima, a bela imagem da praia Havaizinho. Fotos: Divulgação

Na gelaria de fotos, mais algumas belas imagens das praias de Itacaré

Foto 2Coqueirais, areia branca, água morna… Ah, Bahia!

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Além de praias, Itacaré oferece aos turistas banho de cachoeira

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Praia do Resende

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Serra Grande

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Preparamos um roteiro para você. Clique aqui!

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Verdes mares: mergulhe na exuberante natureza de Cumuruxatiba

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A vila de Cumuruxatiba, que fica no sul da Bahia, com pouco mais de 4 mil habitantes, continua sendo o mesmo paraíso do ecoturismo de décadas atrás. Aviso aos navegantes: já não é mais um destino de mochileiros, como no passado. A pequena vila de pescadores conta hoje com boa infraestrutura turística, embora o lugar ainda tenha um delicioso sabor de rusticidade. Há pousadas para todos os gostos, das mais simples às mais charmosas e sofisticadas. Os restaurantes excelentes oferecem o que há de mais convencional na culinária baiana. As praias são belíssimas e se tornam um lindo cenário para roda de capoeira.

Fotos: Divulgação
Confira a galeria de fotos:

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O vilarejo é cercado de praias belíssimas e muitas delas podem ser alcançadas a pé. Operadoras oferecem trekkings de 2 a 8 km. A Ponta do Moreira, por exemplo, é uma praia semideserta que fica numa região de muitos coqueiros e orquídeas. O local é ideal para banho e apresenta muitas formações de corais na maré baixa e alta.

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Em Cumuruxatiba, mergulhar é uma aventura cercada de ecoturismo por todos os lados e pode, facilmente, ser colocada entre os mais bonitos do país.

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 As águas quentes e calmas do litoral brasileiro não atraem somente aos turistas, mas também as conhecidas baleias jubartes. Todos os anos, entre os meses de julho e novembro, elas saem das frias águas antárticas e viajam cerca de dois meses para chegarem ao Brasil.

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Falésias, típicas do sul da Bahia, e um mergulho nos recifes de Cumuru são apenas algumas das atrações.

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Um pouco mais da beleza de Cumuruxatiba

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 Ajudaremos você escolher o hotel ou a pousada para passar dias de dolce far niente por lá. Consulte-nos

Um pouco da cultura baiana e das tradições típicas do Nordeste brasileiro, mesclando costumes peculiares dos índios e a expressão de negros e afrodescendentes.

 

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Trancoso, o Quadrilátero mais charmoso do Brasil

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Trancoso tem estilo e é considerado como um dos lugares mais bonitos e exóticos do mundo. Sua origem data de 1586, quando os jesuítas chegaram para catequizar os índios Pataxós. A cidade é conhecida por suas badaladas festas, casas luxuosas e eventos glamourosos, especialmente do fim do ano. Ainda assim, conserva o lado simples e tranquilo, possível de ser aproveitado em qualquer época do ano, regado de aspectos culturais do local e belezas exuberantes.

Onde fica? A 47 km ao sul de Porto Seguro

No centro do Quadrado fica a Igreja de São João Batista dos Índios. Nas laterais, casinhas coloridas acolhem bares, restaurantes, pousadas e boutiques. Ao fundo, um mirante proporciona aos visitantes uma visão das belezas naturais da região.

Fotos: Divulgação

Confira a galeria de fotos:

Trancoso.640.17549 trancoso07 63 O que ver em Trancoso: as belíssimas praias, falésias, foz de rios, coqueirais, árvores centenárias como jaqueira, mangueira, amendoeiras e jacarandá.

 

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A manhã exuberante no Quadrado

 

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As praias fazem bonito

Além de ter a capoeira como prática de esporte, a cidade oferece outros diferentes tipo de de lazer: surf, ecoturismo, cavalgadas, belos passeios de bike, com aquele visual indescritível da natureza. Lembrando que essas são algumas das muitas dicas que a cidade proporciona.

 

Onde comer:

Restaurante Apetite – Rua Antônio Guena,188 – centro Tel: (74) 3541-3727

Restaurante e Lanchonete Miami – Praça Augusto Sena Gomes, 182 – centro Tel: (74) 3541-3262

Bar e Restaurante Macaxeira – Av. Dois de Julho, 67 – centro Tel: (74)3541-4562

Maná – Rua Sargento Astrolábio, 148, Pituba Tel: (71) 3346.7074

Mande para nós a sua sugestão de restaurante em Trancoso! Postaremos em nosso blog. Favor mandar no email: fernando@nasnuvensturismo.com.br

 

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O PRIMEIRO BRASIL A SER DESBRAVADO

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Coqueirais, falésias, areias brancas e mar. É como se o tempo nunca tivesse passado por ali, no sul da Bahia, onde as naus da frota do navegante Pedro Álvares Cabral aportaram em abril de 1500. O começo de nossa história transformou aquele lugar, mas a gente amistosa e muitas de suas belas paisagens continuam como há cinco séculos. Em Trancoso, Caraíva ou Corumbau muitas praias permanecem desertas. Uma beleza insuspeita, de tirar o fôlego, resiste perto do mar, em toda a costa do descobrimento. Entre Trancoso e Arraial D’ajuda, o sol reflete as cores quentes das falésias das praias de Taípe e do Rio da Barra. Ao sul de Trancoso, perfilam-se orlas de coqueirais nas praias de Jacumã e do Espelho. Na de Curuípe, recifes represam piscinas esverdeadas nas marés baixas. Formações de rocha ornamentam a enseada de Setiquara. E, em Caraíva, o rio homônimo de águas geladas desembocam no mar numa foz aberta e rasa, ladeada por mangues. Na baixa temporada, fora do verão, pode-se passar um dia todo caminhando por muitas dessas praias sem avistar ninguém. Assim como era há pouco mais de 500 anos.

Viaje com a gente nessas fotos:

Fotos: Divulgação

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Sol escaldante, sombras fresquinhas e a brisa no rosto

 

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Um pouco das muitas belezas de Trancoso

 

Conheça a Bahia

Onde ficar? Hotéis e pousadas não faltam em Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Arraial D’ajuda, Caraíva e Trancoso. Para conhecer a Barra do Caí é preciso ficar em Cumuruxatiba.

 

O PASSADO PRESENTE

Histórias, tradição, crenças. O importante é amar a vida e a natureza

 

ÍNDIO PATAXÓ

Índio Pataxó: Atual habitante do sul da Bahia, que se considera herdeiro dos tupiniquins

 

IMAGENS DA ANUNCIAÇÃO

O Monte Pascoal, primeiro sinal da terra avistado pelos portugueses, orienta hoje a navegação dos pescadores da vila de Corumbau

 

FILHOS DA TERRA

A beleza do nosso povo

 

Fique ligado no blog! Vamos falar mais sobre o sul da Bahia e o nosso próximo destino será Trancoso.

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UM OÁSIS – NAS NUVENS

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O belo parque chileno é um verdadeiro SANTUÁRIO ECOLÓGICO, com
espécies em risco de extinção.

Cardon cacti at Rio Puritama near San Pedro de Atacama

O Atacama, no norte do Chile, é um dos desertos mais secos e elevados do mundo. Imenso, aqui e ali, surgem cactos gigantes que parecem sentinelas solitárias de braços eternamente levantados. Os parques nacionais, a mais de 4000 metros de altitude são umas das mais importantes áreas de preservação ambiental do continente.

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Água vulcânica com seu tom esverdeado – turquesa e águas tranquilas, os lagos dominam a paisagem, nascidos da neve derretida pela lava vulcânica há milhares de anos, são o coração de um verdadeiro santuário ecológico para diversas espécies de animais e plantas, um oásis em meio à aridez do altiplano andino e é em suas margens que vivem inúmeras espécies raras como a vicunha.

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Beleza ameaçadora. Com seus cumes cobertos de neves eternas, os vulcões são como gigantes de pedra a cuidar para que a tranquilidade do local não seja perturbada. Pode-se observar uma imensidão de pássaros e animais ao redor dos vulcões.

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O Chile é destino para ser apreciado aos poucos e em mais de uma viagem. Sua geografia de extremos, espremida entre o Pacífico e as cordilheiras dos Andes, garante a seus visitantes uma das viagens mais cenográficas de todo o continente.

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Para completar uma jornada cheia de sensações, em San Pedro de Atacama há pubs e restaurantes que seduzem com excelentes propostas gastronômicas.

A noite, o melhor é esperar o sonho rodeado de estrelas e escutando o canto das corujas.

 

PLANETA ISLÂNDIA

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waterfall-in-Iceland

O escritor Júlio Verne, um dos mais maravilhosos criadores de viagens que nós conhecemos, não teve duvida: cravou a porta de entrada para o centro da terra em território Islandês. Ainda não sabe se, de fato, existe uma. Mas se houver, ah, vai por Verne: fica na Islândia. Um país geológica e climaticamente tão maluco que parece mesmo ficar em outro planeta.
UM PLANETA CHAMADO ISLÂNDIA
Isolada no Atlântico Norte, na altura do Círculo Polar Ártico, a Islândia passa despercebida do resto do mundo. É possível encontrar, ao cabo de apenas um dia de viagem, gêiseres, cataratas, vulcões, geleiras, fiordes, cavernas, lagos de águas turquesa e fontes termais. Entre setembro e fevereiro, quando a noite polar é mais densa, da até pra fechar esse roteiro com a visão da magnífica aurora boreal. Seria preciso percorrer o mundo inteiro para encontrar um pouco de tudo o que existe aqui. Mas tantos fenômenos naturais assim tão próximos, espremidos num território de poucos mais de 100 mil quilômetros quadrados, área equivalente à de Pernambuco, só mesmo na Islândia. Ou em outro planeta.
A abundância de águas termais faz da Islândia um lugar onde você pode combinar um piquenique, ou um trekking, com um banho na temperatura desejada. Pude comprovar isso numa caminhada em um campo de lava até a borda de um cânion, descendo pela encosta até o fundo do vale, onde as ondas de vapor se elevavam. Delas brotavam algumas nascentes que formaram um pequeno riacho de águas ferventes. Caminhamos um pouco mais até o lugar ideal. Para regular a temperatura do banho, bastava caminhar no sentido da corrente (água mais fria), ou retroceder (mais quente). É ou não é uma coisa do outro mundo?

Islandia geleira

Atravessada por tuneis naturais, esta geleira é apenas uma peça do imenso quebra-cabeças gelado que cobre 12 por cento da superfície da Islândia.

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Aqui poderia ser a entrada para o centro da Terra, imaginada por Júlio Verne.

islandia-museo Área rural, mantém a cultura trazida pelos vikings no século 10.

Lagoa azul Acomodada sobre pedras vulcânicas, a Lagoa Azul é mundialmente conhecida pelos benefícios que oferece no tratamento de diversas doenças de pele.

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Com suas águas quentes e terapêuticas, a Lagoa Azul atrai banhistas o ano todo. Mas é ainda mais deliciosa no inverno.

Geiser A palavra gêiser correu o mundo e é adotada até em Português. Vem de Geysir, o mais celebre esguicho natural Islandês.

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Geisyr, o gêiser original que deu nome ao fenômeno, já se aposentou, mas o Strokkur, descendente direto dele, entretém os turistas manifestando-se a cada cinco minutos, a 100 metros do jorro antigo.

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Aurora Boreal, é vista de setembro á fevereiro.

Cachoeira islandiaNa primavera, os vales são inundados pelo degelo e a paisagem ganha um pouco de verde. Mas esta é uma ilha sem árvores.

A fartura de gelo e o relevo acidentado também fazem da Islândia um país cheio de cachoeiras. Mas só no verão. Fonte: Terra

 

 

HAJA FÔLEGO

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Nos últimos anos, os rios e florestas ficaram mais coloridos.

A explosão do ecoturismo no Brasil e no mundo levou para o meio do mato uma multidão alegre e absolutamente amadora, que descobriu um jeito saudável e divertido de estar perto da natureza.

Qualquer pessoa saudável pode praticar esportes de natureza, o que faz muito bem para a saúde física e mental, relaxa e diminui o estresse – Todos estão à procura de paisagens antes acessíveis apenas a aventureiros profissionais.

Rafting

ADRENALINA – FRIO NA BARRIGA

O corpo humano reage aos esportes radicais como se estivesse realmente ameaçado.

Quando você percebe, digamos, que está despencando cachoeira abaixo num bote de borracha, seu sistema nervoso envia uma mensagem à glândula adrenal, responsável pela produção do hormônio mais popular entre os aventureiros: a adrenalina. Ele forçará a entrada de mais oxigênio nos músculos, para que você nade mais rápido, dilatará suas pupilas, que perceberão melhor do que nunca o tamanho daquela pedra ali na frente. Resumindo, ela o transformará numa espécie de super-homem, incapaz de sentir dor, frio ou cansaço até sair da enrascada.

Passado o perigo, sobrará apenas uma agradável sensação de vitalidade e alívio. Além, é claro, de uma incontrolável vontade de gritar: “Uhu, radical”